segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Vinhos da Península de Setúbal causam sensação no mercado chinês

Exportações extracomunitárias da Península de Setúbal
Decanter Asia Wine Awards’13: Península de Setúbal é a região portuguesa mais premiada em Hong Kong.
Os resultados divulgados do concurso Decanter Asia Wine Awards 2013 elevam a Península de Setúbal ao topo das regiões portuguesas mais medalhadas, conquistando 21 das 74 medalhas atribuídas a Portugal. Estes resultados evidenciam a adequação dos vinhos da região ao mercado chinês, confirmando o excelente desempenho da Península de Setúbal neste país, que é já o 5.º destino mais importante das exportações extracomunitárias do vinho da Região.

Das 21 medalhas alcançadas, 5 são de Prata, 12 de Bronze e 4 Commended. “Este é mais um assinalável resultado num prestigiado concurso, que confirma o extraordinário desempenho dos vinhos produzidos nesta Região, no que se refere às exportações, em especial para os mercados extracomunitários, que consomem já 22% do total de vinho com DO/IG produzido na Região – Vinho Regional Península de Setúbal, Vinho de Palmela e Moscatel de Setúbal. Este resultado é também mais um bom augúrio para 2014, que será mais um ano de investimento direcionado para os mercados externos”, refere Henrique Soares, Presidente de Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal.

A Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal certificou em 2012 um total de 24 milhões de litros de vinho, direccionando 5,3 milhões (22% do total certificado) para o mercado de países terceiros. A China assume a 5.ª posição dos países de destino das exportações extracomunitárias da Península de Setúbal, logo a seguir a Angola, Brasil, Canadá e USA, consumindo só neste ano 257 mil litros de vinho.

Portugal recebeu, segundo comunicado da organização do concurso, “impressionantes resultados”, num total de 74 medalhas – 2 de ouro, 16 de prata, 38 de bronze e 16 commended e dois Regional Trophies. Estes resultados vieram confirmar o êxito do vinho português neste mercado, tendo a exportação de vinhos portugueses para a China triplicado nos últimos três anos, atingido 12,1 milhões de euros em 2012 (dados AICEP). As perspectivas são de crescimento, prevendo-se um aumento de 40% para este ano, sendo actualmente o quinto maior mercado de exportação extracomunitário, a seguir a Angola, Estados Unidos, Brasil e Canadá.

Co-presidido por Jeannie Cho Lee MW, o primeiro Master of Wine asiático e editor da revista Decanter, e Steven Spurrier, Presidente e Consultor da Decanter World Wine Awards, o concurso Decanter Asia Wine Awards 2013 decorreu de 16 a 19 de Setembro em Hong Kong. Mais de 400 especialistas de vinho de toda a Ásia provaram mais de 2300 amostras, atribuindo um total de 2023 medalhas.

Lista dos vinhos da Península de Setúbal premiados no concurso Decanter Asia Wine Awards 2013:

Prata | Adega de Pegões Touriga Nacional 2011 | Coop. Agrícola Sto. Isidro de Pegões
Prata | Adega de Pegões Alicante Bouschet 2010 | Coop. Agrícola Sto. Isidro de Pegões
Prata | Valoroso Reserva Tinto 2011 | Casa Ermelinda Freitas
Prata | Portinho do Côvo Branco 2012 | Coop. Agrícola Sto. Isidro de Pegões
Prata | Portinho do Côvo Rosé 2012 Coop. Agrícola Sto. Isidro de Pegões
Bronze | Vale dos Barris Castelão 2011 | Adega Cooperativa de Palmela
Bronze | Adega de Pegões Selected Harvest 2012 | Coop. Agrícola Sto. Isidro de Pegões
Bronze | Valoroso Tinto 2011 | Casa Ermelinda Freitas
Bronze | Piscadela Reserva 2011 | Casa Ermelinda Freitas
Bronze | Casa Ermelinda Freitas Syrah 2011 | Casa Ermelinda Freitas
Bronze | Terras do Pó Chardonnay e Viognier 2012 | Casa Ermelinda Freitas
Bronze | Casa Ermelinda Freitas Merlot 2011 | Casa Ermelinda Freitas
Bronze | Casa Ermelinda Freitas Cabernet Sauvignon | Casa Ermelinda Freitas
Bronze | Terras do Pó Tinto 2009 | Casa Ermelinda Freitas
Bronze | Fonte do Nico Branco 2012 | Coop. Agrícola Sto. Isidro de Pegões
Bronze | Portinho do Côvo Tinto 2010 | Coop. Agrícola Sto. Isidro de Pegões
Bronze | Stella Blanco Dry Muscat | Coop. Agrícola Sto. Isidro de Pegões
Commended | Adega de Palmela Tinto 2012 | Adega Cooperativa de Palmela
Commended | Vale dos Barris Syrah 2011 | Adega Cooperativa de Palmela
Commended | Adega de Pegões Cabernet Sauvignon 2010 | Coop. Agrícola Sto. Isidro de Pegões
Commended | Adega de Pegões Syarh 2011 | Coop. Agrícola Sto. Isidro de Pegões

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Azeite domina exportações e gera negócio de 142 milhões em 2012



18/10/13, 00:10
Por Almerinda Romeira
O chamado mercado da saudade continua a dominar as relações económicas entre Portugal e o Brasil, que, no ano passado, se afirmou como o 11.º cliente do nosso País. O azeite é o produto nacional mais vendido no outro lado do Atlântico e juntamente com o peixe (seco e congelado) perfez 28,5% do total das nossas exportações em 2012, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Do Brasil, Portugal importa sobretudo crude.


O azeite é, de longe, o produto que Portugal mais vende para o Brasil. No ano passado, e de acordo com as estatísticas do INE, o néctar da oliveira rendeu 142,96 milhões de euros, ou seja, 21% do total das exportações portuguesas.

A importância do azeite no cabaz exportador para o país irmão mede-se igualmente pelo ritmo de crescimento: 28,7% em 2012 comparativamente com 2011, ano em que as exportações do produto totalizaram 111 milhões.

Se o azeite é o primeiro produto do mercado da saudade, os peixes, com lugar de destaque para o bacalhau, são o segundo. As exportações de peixes secos, salgados ou em salmoura, farinhas, pó e pellets de peixe atingiram 29,9 milhões de euros, enquanto os peixes congelados renderam 21,2 milhões, ocupando o terceiro e o sétimo lugar do ranking dos produtos mais exportados no ano passado.

Os vinhos e três frutos frescos - maçãs, pêras e marmelos - têm igualmente um peso considerável no cabaz exportador português, embora nenhum dos dois tenha crescido em 2012 relativamente ao ano anterior. Segundo os dados do INE, em 2012, as exportações de vinhos de uvas frescas totalizaram 28,6 milhões de euros, sendo de 27,85 milhões o valor das frutas.

Os números referentes ao primeiro semestre de 2013 seguem em linha com a evolução verificada no ano passado.

O grupo dos produtos agrícolas é, de resto, o mais importante das exportações portuguesas, mais do que duplicando (248,29 milhões de euros) o valor do segundo grupo, que é o de máquinas a e aparelhos (112,439 milhões de euros). Nos lugares seguintes encontram-se os metais comuns (87 milhões), minerais e minérios (489 milhões) e os produtos alimentares (40,2 milhões). Com exceção dos minerais, que diminuíram face a 2011, todos os outros grupos de produtos cresceram a ritmos consideráveis.

 Em 2012, o Brasil afirmou-se como o 11.º cliente de Portugal, assegurando 1,50% das saídas de bens portugueses, que ascenderam a 679,255 milhões de euros, o valor mais elevado dos últimos cinco anos e superior ao registado em 2008, que foi de 319,807 milhões de euros.

Nos últimos cinco anos, verifica-se alguma irregularidade na evolução tanto das exportações para o Brasil como das importações deste país. As duas componentes da balança comercial foram especialmente penalizadas em 2009, ano em que, por via dessa contração, se registou o saldo comercial mais pequeno - logo, o mais favorável a Portugal, dado que, em matéria de comércio de bens, Portugal perde tradicionalmente para o Brasil.

O ano de 2012 foi, igualmente, favorável a Portugal na dinâmica do comércio bilateral. Com efeito, de acordo com os dados do INE, as exportações registaram um crescimento de perto de 100 milhões de euros relativamente a 2011 e as importações a diminuírem outros cerca de 100 milhões, o que se traduziu num impacto positivo de 200 milhões de euros na balança.

Segundo dados do INE, o número de empresas exportadoras caiu em 2009 face a 2008, mas, desde então, tem vindo a aumentar de forma sustentada, ascendendo a 1686 no final do ano passado.

Importações
Nos últimos quatro anos, o Brasil manteve o 10.º lugar na lista dos fornecedores de Portugal, com uma quota de 2,43% em 2012, que se traduziram por importações no montante de 1368 milhões de euros de mercadorias.

Os óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos são o peso pesado das importações, com uma fatura de praticamente metade do valor total. Em 2012, um pouco mais até: 55,1%, foi quanto pagou Portugal pelo petróleo brasileiro, ou seja, 754 milhões de euros.

No lugar seguinte da lista das nossas importações estão os produtos agrícolas e alimentares, como a soja, o açúcar, o tabaço, o bagaço, o milho e o café. Em 2012, a soja ascendeu ao segundo lugar na lista dos produtos mais importados, com uma fatura de 166,85 milhões de euros (126 milhões em 2011), destronando o açúcar de cana ou beterraba, com 97,5 milhões de euros. Os restantes produtos situam-se todos abaixo dos cinquenta milhões de euros.
Fonte: Oje

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

MISSÃO EMPRESARIAL AO MÉXICO



25 A 27 NOVEMBRO 2013
CIDADE DO MÉXICO 
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A AEP - Associação Empresarial de Portugal dando continuidade ao desenvolvimento do projeto de promoção de Portugal e das empresas exportadoras portuguesas nos mercados internacionais, encontra-se a organizar uma Missão Empresarial ao México, que terá lugar na Cidade do México,de 25 a 27 Novembro de 2013. O México, fruto da implementação de políticas de estabilização macroeconómica adotadas desde o final da década de 80, de reformas estruturais e da liberalização do comércio, é atualmente a décima terceira economia mundial, bem como a 11ª mundial em poder de compra. É uma das maiores economias da América Latina, além de ser, normalmente, o principal país recetor de fluxos de investimento estrangeiro da região. Mais de 90% do comércio Mexicano está sob acordos de livre comércio com 44 Países, incluindo os da União Europeia.
ENQUADRAMENTO
As missões anteriores organizadas pela AEP neste mercado, têm efetivamente, fomentado o intercâmbio comercial entre os agentes económicos de ambos os países com resultados práticos e objetivos. Como um aumento do consumo privado, a dinâmica economia mexicana, revela-se, no potencial industrial e num comércio de enorme escala. O sector privado continua em rápido crescimento, surgindo inúmeras oportunidades de negócio, destacando-se os sectores Construção, Decoração, Tecnologias da Informação, Têxtil, Energético, Financeiro, I&D e Turismo.
O México assume-se como a 2ª maior economia da América Latina, neste sentido, a continuidade da promoção destas ações, torna-se vital para as empresas aumentarem a sua quota de mercado na América Latina.
No que diz respeito à operacionalidade da missão empresarial, a AEP ao possuir parcerias com entidades locais (delegações/gabinetes institucionais e empresas de consultoria), facultará informações relevantes ao seu sector de atividade, de forma a percecionar quer o potencial de crescimento do mercado, quer as necessidades do mercado em causa, organizando em simultâneo o agendamento de contactos com importadores/distribuidores locais one-to-one.
Cada empresa portuguesa terá a sua agenda de contactos, individual e personalizada com os principais players de mercado, previamente identificados e trabalhados.
É neste contexto, que convidamos a V/ empresa a integrar a comitiva portuguesa e a participar nesta ação, para a qual se solicita o envio doFormulário de Inscrição on-line. Os valores apresentados incluem o co-financiamento no âmbito do QREN.

Fonte: AEP


Aceda às Condições de Participação.

- Prazo de inscrição: até 15 de outubro de 2013.

Para qualquer informação adicional, poderá contactar:
AEP – Associação Empresarial de Portugal 
Internacionalização e Promoção Externa
Miguel Matos 
Mercados Internacionais
Telf: +351 22 998 17 84; Fax:+351 22 998 17 74


África do Sul – Momento de Investir


A Embaixada da África do Sul, em colaboração com a AICEP e a Câmara de Comércio Luso-Sul Africana (CCILSA), organizará no dia 24 de Setembro de 2013, das 09h00 às 12h30, no Hotel Real Parque (Av Luis Bívar 62, Lisboa), um seminário sobre comércio e investimento.
O orador convidado é Geoff Rothschild, antigo Presidente da Bolsa de Joanesburgo (JSE) e seu actual Director para as Relações Internacionais. Rothschild é ainda o representante da JSE junto do Comité das Bolsas dos Países SADC (CoSSE), Director da Fundação de Negócios NEPAD e Presidente do seu Comité Operacional.

No decorrer do seminário, serão discutidos alguns assuntos de relevo tais como os programas governamentais de incentivo ao desenvolvimento e crescimento, o enquadramento económico e as especificidades do mercado Sul-africano. Quatro empresas portuguesas partilharão a sua experiência de investimento e negócios na África do Sul e na região da África Austral.

As empresas interessadas em participar neste seminário deverão fazer a sua inscrição junto da Embaixada, preenchendo a ficha respectiva, que deverão enviar através do correio electrónico trade@embaixada-africadosul.pt


Ficha de inscrição

Missão empresarial a Santiago do Chile


aicep Portugal Global vai organizar uma missão empresarial ao Chile, de 25 a 29 de Novembro de 2013,missão multisectorial, para promover a oferta portuguesa e o conhecimento entre empresas portuguesas e agentes económicos Chilenos. Esta deslocação permitirá ainda às empresas portuguesas adquirir ou reforçar conhecimento do mercado, de forma a detectar oportunidades de negócio ou projectos de parceria local.
A missão terá a duração de cinco dias úteis (sem contar com os dias de viagem, de chegada e partida) e decorrerá exclusivamente em Santiago, integrando 10 empresas.

Sendo esta uma acção que englobará empresas de diferentes sectores (materiais de construção, maquinaria e bens de equipamento diverso, fornecedoras de bens ou serviços para a área de energia e ambiente, segurança, TIC e electrónica/telecomunicações, entre outros), com produtos ou serviços dirigidos a uma esfera alargada de potenciais clientes, aaicep Portugal Global propõe a organização de programas individuais de encontros (one to one, nas instalações das empresas chilenas ou no hotel onde alojará a delegação), formatados à medida, tendo em conta a especificidade da oferta de cada participante.

O programa das empresas poderá também abranger visitas e/ou reuniões de grupo, com carácter institucional e empresarial. A nível institucional, prevêem-se ainda encontros com organismos nossos congéneres, se oportuno, em função do interesse específico das empresas participantes.

O serviço a prestar pela AICEP, inclui a preparação da acção, desenvolvimento e elaboração do programa, produção de fichas individuais das empresas em formato digital, apoio logístico (reserva de viagens, alojamento e transfers aeroporto/hotel/aeroporto e transportes inter-reuniões), briefing no dia de chegada ao Chile, bem como acompanhamento técnico no decorrer da missão.

As empresas interessadas em integrar esta Missão deverão proceder ao preenchimento do Formulário de Inscrição on-line .

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Como está a sua saúde? Já fez o seu Check-up anual?


E a saúde da sua empresa, sabe como está?



Dizem-me muitas vezes que nos tempos de hoje, a decisão de implementar novas medidas representa um risco. Deixem-me discordar e dizer que o maior risco é o de ficar parado e não correr risco nenhum! Ficar parado é sinónimo de ser ultrapassado!! Isso para mim é certo!

Diagnosticar, identificar problemas, procurar as suas causas e apontar as soluções é, na minha opinião o único caminho que oferece alguma segurança num tempo de tantas incertezas, numa época em que tudo muda tão rapidamente!

Todos os anos fazemos um check-up para saber como vai a nossa sua saúde mas esquecemo-nos frequentemente de o fazer com a nossa empresa. Vamos-lhe dando “mesinhas” ou os remédios que curaram o vizinho, pomos em prática as soluções que funcionaram com outras empresas do ramo e tentamos adaptar-nos o melhor que conseguimos, desculpando-nos que quaisquer medidas nos custarão um dinheiro que não podemos gastar agora.

Quando a coisa corre menos bem queixamo-nos da crise e sentamo-nos esperando que passe. Parecemos distraídos, esquecidos da dimensão do problema e das nossas responsabilidades, alienados das características que nos distinguem e que tornam a nossa empresa única e peculiar. Focamo-nos em supostos problemas que afetam o país e o mundo, convencidos de que um dia os problemas se resolverão por si.

Naturalmente podemos ter a sorte da coisa correr bem mas, sejamos honestos, estaremos ainda em época de nos aventurarmos sem planos, como se não tivéssemos nada a perder?

Fazer um diagnóstico minucioso à saúde da nossa empresa é uma prioridade, é usar uma ferramenta de grande utilidade, que permite identificar dificuldades e oportunidades, crescer, criar negócio, corrigir lacunas e tornar-nos mais competitivos e sólidos.

O Check-up empresarial não representa um custo adicional, (ou pelo menos não deveria ser encarado como tal) mas antes um investimento na saúde da empresa, que rapidamente trará um retorno que só por si demonstrará que foi muito baixo o valor que pagámos por ele.

Tal como com os nossos exames médicos, precisos e científicos, o Check-Up Empresarial mostra claramente  os pontos fracos da empresa ( e fortes), as áreas onde podemos melhorar e permite-nos a vantagem adicional de obtermos um ponto de vista exterior, isento e abrangente.

Não se destina apenas às empresas “doentes”. Pelo contrário, é um instrumento que deveria ser usado sistematicamente por todas as empresas, a fim de potenciar os seus resultados.

O Check-up Empresarial apresenta uma visão simples e dinâmica da empresa no seu todo, permite pôr em evidência os seus pontos fracos e fortes a todos os níveis e apresenta soluções para maximizar os aspetos positivos e minimizar ou corrigir por completo as eventuais deficiências.

O Check-Up Empresarial da SucessEnvolve é um processo rápido, que permite fazer uma abordagem multissectorial às empresas em toda a sua dimensão.

Trabalhamos para desenvolver continuamente o crescimento das empresas. O nosso compromisso é com os resultados e satisfação dos nossos clientes e parceiros.

Desejo a todos um bom trabalho e ótimos negócios.


Fernando Marcelino
(Diretor Geral da SucessEnvolve)